09-09-2017

A Imaginando, finalista do nosso Prémio 2016 com o seu software comercial para música eletrónica, tem um novo projeto artístico e performativo: depois da Harpa Laser, chega a Caixa de Música Digital. Do laser à manivela, do móvel vintage à música digital, unem-se tempos. 
 
Dar musicalidade ao sonho é uma capacidade extraordinária da IMAGINANDO. O próprio nome desta startup de Braga estabelece o compromisso com paisagens oníricas. E os projetos vão indicando que sim: depois de a empresa de Nuno Santos apresentar em 2015 a Harpa Laser, surpreende agora com a Caixa de Música Digital. A dar forma ao conceito, um móvel vintage e a memória das velhas caixinhas de dar à manivela. Pensem numa espécie de realejo, mas juntem-lhe tecnologia e criação musical.

Há projetos que não se explicam, experienciam-se. Este é melhor ouvir e ver. Se possível, tocar. Apelando a vários sentidos, este instrumento de caráter performativo é uma proposta sensorial que toca nas cordas das emoções. Era essa a intenção de Nuno Santos, que desenvolveu este projeto artístico para a Noite Branca 2017, realizada no início deste mês em Braga. O público assistiu: feixes de laser pulsavam com os acordes do baixo recriado nesta “caixa-surpresa”. É a multidisciplinaridade que torna esta criação ainda mais fascinante – isso e a possibilidade de se poder desencadear sonoridades que podem levar a Mozart ou aos Metallica, por exemplo.

As comuns e antigas caixas de música terão sido o rastilho da ideia. E se em vez de uma caixa fosse um móvel? Depois juntou-se a manivela, o processo mecânico que neste projeto surge para alcançar o som, todo gerado de modo digital e através de tecnologia desenvolvida de raiz pela Imaginando. Apetece dizer: perfeito.

Com esta Caixa, a startup “afirma mais uma vez a sua missão de unir a música e a tecnologia por forma a criar experiências musicais inspiradoras”.

Como explica o fundador da Imaginando, empresa incubada na Start Up Braga, “o denominador comum entre a Caixa de Música Digital e a Harpa Laser é o facto de usarem a tecnologia da Imaginando para produzir som”. Tecnologia essa, aliás, que está por detrás do DRC, um sintetizador áudio desenvolvido por Nuno Santos que funciona em todas as plataformas - desktop (Windows & Mac) e mobile (iOS & Android) - e que já foi usado pela Google no seu evento anual (Google I/O) para demonstrar as capacidades áudio do Android.

Link para o vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=1fTMMwI4b4I
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